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Dramaturgia para a nova cena

Formas e estilos distintos que se encontram na reinvenção do fazer. Dramaturgias da cena, do corpo, dos orixás, da poesia!

Recife-PE

Eron Villar, mediação. 

Eron Villar é ator, diretor, iluminador, dramaturgo e roteirista de Histórias em Quadrinhos, com 23 anos de carreira artística. Graduado em LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO ARTÍSTICA - ARTES CÊNICAS pela Universidade Federal de Pernambuco (2008), possui MBA em Gestão de Eventos pela UnyLeya DF (2018). É mestrando de Letras pela UFPE.

Conversadores: 

 

Malú Bazan, Diretora, atriz e professora de teatro. Criadora e ministrante do Da Ideia à Cena - Território de Experimentação Cênica para criação, desenvolvimento e pesquisa de Solos Teatrais. Em 2018 foi indicada ao APCA de melhor direção pelo espetáculo Aproximando-se de A Fera Na Selva, de Marina Corazza. Em Recife, foi professora do CIT (Centro de Interpretação Teatral) do SESC Santo Amaro – 2014/2015; e dirigiu o espetáculo Soledad – A Terra é Fogo Sob Nossos Pés, que estreou em 2015 no Teatro Hermilo Borba Filho, e já realizou uma circulação nacional e outra internacional realizando apresentações em 4 estados do Brasil e 3 países da américa latina.

 

Carlos Carvalho, com 54 anos ligados ao teatro. Carvalho é um dramaturgista da cena, diretor teatral, bonequeiro e artesão. Dirigiu mais de 30 espetáculos direcionados a público adulto e infantil. Estudou e adaptou contos de Hermilo Borba Filho, que considera um revolucionário do teatro nordestino e brasileiro. Fundador da Paixão de Cristo do Recife, hoje é também autor e diretor.  Atualmente está como gerente do Centro Apolo-Hermilo.

Agrinez Melo, mulher negra, mãe, candomblecista, atriz, figurinista, diretora teatral, pesquisadora. Multiartista. Formada em Teatro pela Universidade Federal de Pernambuco desde 2004, vem desenvolvendo trabalhos importantes no estado de Pernambuco, que vai desde formação teatral, a atuação, pesquisa do corpo para cena, dramaturgia a partir do corpo e movimentos energéticos ancestrais. Fez parte do grupo do imaginário em Antropologia em 2008 onde iniciou os estudos sobre o imaginário de Oxum no teatro e vestimenta. Faz parte do grupo teatral O Poste Soluções Luminosas (Grupo focado na pesquisa do Corpo Ancestral Dentro da Cena Contemporâneo a partir do teatro Físico), desde 2006. É criadora da empresa de produção Cultural Doce Agri (Agrinez Diana de Melo-Me) focado na acessibilidade no teatro e nas atividades de formação artística (figurino, maquiagem, iluminação). Também faz parte da rede de Mulheres Afrocentradas, e possui um canal no Youtube o I Pele Ti O Dun. Já  ganhou alguns prêmios como atriz em 2011, 2014 com os espetáculos “Cordel do Amor Sem Fim” e “Anjo Negro” e foi indicada a melhor  figurino com os espetáculos “Ombela” e “Histórias Bordadas em Mim”, direção, nos anos de 2015 e 2016.

Poesia e isolamento: metáforas da solidão

Quatro poetas falam sobre seus processos de construção poética em momento tão peculiar que vive nossa sociedade: paredes, ruas, conexões e muita poesia dão o tom da conversa. Um bate-papo sobre ausências e estado de criação! 

Eron Villar, mediação. 

Eron Villar é ator, diretor, iluminador, dramaturgo e roteirista de Histórias em Quadrinhos, com 23 anos de carreira artística. Graduado em LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO ARTÍSTICA - ARTES CÊNICAS pela Universidade Federal de Pernambuco (2008), possui MBA em Gestão de Eventos pela UnyLeya DF (2018). É mestrando de Letras pela UFPE.

Conversadores: 

 

Alexsandro Souto Maior, Escritor, diretor de teatro, produtor cultural, ator e professor de literatura. Teve seus primeiros poemas publicados em 1997 nos jornais O pão e Diário do Nordeste, ambos do Ceará. Em 1999, ao fundar com Eron Villar o Engenho de Teatro, iniciou a sua trajetória na dramaturgia com O terceiro dia. Foram dezenas de peças de teatro como Luzia no caminho das águas (2005) 3º lugar no Prêmio Funarte de Dramaturgia; Jeremias e as Caraminholas (2011); Mariano, irmão meu, Prêmio Cidade de Manaus, teatro adulto, 2011. O autor também escreveu Alcaeia, 2016; O discurso do Rato, 2018/2019. Eu e os Avelós, Prêmio Cidade de Manaus, categoria Teatro Adulto, 2017; Tempo de Flor, Prêmio Ariano Suassuna 2018, categoria de teatro para criança e juventude.  Além dos textos dramatúrgicos, ele é autor das obras literárias: Servis Amores Senis, conto, (2010); Árido, poesia, (2015); Inflamável, poesia, 2019. A Seiva, Menção Honrosa pelo Prêmio Edmir Domingues, categoria poesia, concedida pela Academia Pernambucana de Letras (2019).

 

Conceição Rodrigues é poeta, contista, romancista.

 

Karol Spinelli, Estudante de Licenciatura em Teatro pela Universidade Federal de Pernambuco e aluna no Curso de Interpretação para Teatro do Sesc Santo Amaro. Atualmente está como estagiária de Artes Cênicas na sede do Sesc Pernambuco. Integrante do Grupo Célula de Teatro e do ColetiVO'AR de Teatro onde, neste último, transita tanto na atuação como na direção,  É atriz, poeta e já tem sua primeira peça escrita: Quando as luzes se apagam ou o que os olhos vêem quando se deitam, junto com suas poesias  que escreve desde sempre, companhia do seu corpo-palavra que também vira palavra-corpo.

O contexto virtual e os livros infantis

Em tempos de isolamento e pouca interação social, como andam as criações literárias na visão de autoras

Kyara Muniz, mediação. 

Com Especialização em Artes pela UFPB e graduação em Artes Cênicas pela UFPE, desde 2005, atua como arte-educadora, produtora, pesquisadora em Teatro de Animação, teatro, dança e música e produção em projetos na área de cultura. Também dedica junto a organizações não-governamentais a realização de projetos educativos, técnicos e artísticos.

Conversadores: 

 

Rosinha, graduada pela Universidade Federal de Pernambuco em Arquitetura. Foi professora de Literatura Infantil por mais de dez anos em cursos de formação de leitor. Atualmente, trabalha como ilustradora e escritora, tendo publicado mais de 110 livros. Participou de importantes mostras como a En los Colores del Trazo, na Guatemala, Bienále Ilustrácií Bratislava, na Bratislava, Linhas de Histórias – Um Panorama do Livro Ilustrado, em São Paulo, Traçando História, em Porto Alegre, Ilustra Brasil, em São Paulo, Recife Ilustra, em Recife, Salão do Livro para Criança FNLIJ, no Rio de Janeiro, Literatura Brasileña para Niños y Jóvenes, em Bogotá, Brazil Countless Threads Countless Tales, durante a Bologna Children’s Fair, em Bolonha, e 5th Croatian Biennale of Illustration, em Zagreb. Recebeu vários prêmios como FNLIJ, Açorianos, Jabuti, Cátedra Unesco PUC-RIO e White Ravens. Em 2015 criou a escola Usina de Imagens, em parceria com Anabella Lopez, de formação de ilustradores.

Ana Carolina Miranda, atriz, arte/educadora, escritora e pesquisadora. Mestre em História (2009) e graduada em Licenciatura em Artes Cênicas (2004) e em Artes Plásticas (2000) pela UFPE. Fez parte do Grupo Teatro Marco Zero (2002-2014) e do grupo O Pessoal do Rapto (2001-2003), atuando em diversas funções e como pesquisadora na área do teatro para infância e juventude. Foi integrante do Grupo de Estudos do Trabalho do Ator – GETA (2008-2012), Projeto “Tela Teatro” da Fundação Joaquim Nabuco, sob a coordenação de Luiz Felipe Botelho.

Com o livro Samuel Campelo e o Grupo Gente Nossa, lançado no 16.º Festival Recife do Teatro Nacional (2013), a convite da Prefeitura da Cidade do Recife. Recebeu o prêmio de atriz revelação e de direção coletiva pelo espetáculo Um Livro de Fábulas no 10.º Janeiro de Grandes Espetáculos (2004) promovido pela Associação de Produtores de Artes Cênicas de Pernambuco. 

Ainda como escritora, publicou os livros para a infância e juventude, Carol menina e Ai que medo que dá! pela Editora Prazer de Ler, com lançamento na 11ª Bienal Internacional do Livro de Pernambuco (2017). Em 2019 publicou, em parceria com a mesma editora, o livro Vovó, cabelo de algodão, lançado na 12ª Bienal Internacional do Livro de Pernambuco (2019).

 

Camilla Inojosa, é escritora, já publicou os títulos “?” e “Antônio com M” pelas Edições Bagaço. Pela Editora IMEPH publicou o Título Lápis Mágico, pelo qual recebeu menção honrosa da Academia Pernambucana de Letras no ano de 2016, com o mesmo título foi finalista no prêmio Nacional Ganymédes José promovido pela UBE-RJ no ano de 2017. No ano de 2017 foi finalista dos prêmios Monteiro Lobato e Carlos Drummond de Andrade, promovidos pelo SESC-DF. Com o texto inédito “Quanto tempo dura o para sempre” é a vencedora do prêmio Elita Ferreira, promovido pela Academia Pernambucana de Letras, do ano de 2018. No ano de 2019, o título “Onde está o meu sonho” recebeu menção honrosa da Academia Pernambucana de Letras. Publicou o conto Angelino na Vacatussa, em 2020. Tem um selo editorial com o escritor Beto Beltrão, a La Ursa Livros, por onde publicou o livro "Flor Mágica" em 2020.

Prosa em tempos de pandemia

Uma conversa sobre o universo da prosa nesses tempos de pandemia.

Eron Villar, mediação. 

Eron Villar é ator, diretor, iluminador, dramaturgo e roteirista de Histórias em Quadrinhos, com 23 anos de carreira artística. Graduado em LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO ARTÍSTICA - ARTES CÊNICAS pela Universidade Federal de Pernambuco (2008), possui MBA em Gestão de Eventos pela UnyLeya DF (2018). É mestrando de Letras pela UFPE.

Conversadores: 

 

Elias Mouret é diretor de teatro, produtor cultural e professor, com experiência em gestão e coordenação de espaços culturais e palcos, ensino de teatro e disciplinas correlatas, além de desenvolver pesquisa sobre o teatro Elisabetano. Foi diretor e iluminador da Trupe de Copas, grupo teatral que desenvolveu projetos de encenação, leituras dramatizadas, festivais e um blog sobre artes entre os anos de 2000 até 2010 em Recife, a mostra “200 nomes” e o espetáculo “Quase Sólidos” foram umas das produções.

Realizou o projeto AVE PALAVRA, um ciclo de leituras dramatizadas de William Shakespeare em parceria com o SESC e a Livraria Cultura. Trabalhou no Teatro Arraial, equipamento cultural do Governo do Estado de Pernambuco, onde exerceu funções de gestão e técnica de luz e som; É coordenador de palco do FIG desde 2013 tendo sido responsável, neste período, pelos palcos de Teatro para Infância e Dança, Espaços alternativos, CasaUag no FIG e Palco de Teatro Alternativo. Dirige o espetáculo “Lady Macbeth e a Janela” para a Cia 4 no Porão de Garanhuns.

Atuou como diretor de cultura e gestor do Casarão do Instituto Histórico de Garanhuns, tendo organizado atividades de teatro, artes visuais e grupos de estudo sobre história municipal nas dependências do mesmo. É iluminador do espetáculo ‘Alguém Pra Fugir Comigo” e atualmente coordena os projetos culturais “Cenas Curtas” e “Quem Conta Um Conto Aumenta Um Ponto” para a Livraria CasaCafé em Garanhuns.

 

Desenvolve também, ensaios teóricos sobre teatro, literatura e espiritualidade, tendo o livro A Linha Curva (ensaios sobre o Télos em Shakespeare) em processo de editoração e a pesquisa " O Divino Erótico" sobre poesia mística e erotismo em processo de levantamento de fontes bibliográficas e desenvolvimento.   Mantém desde 2015 a Aurora Produção Cultural, sediada em Garanhuns e com atividades de ensino, pesquisa e produção nas artes cênicas, literatura, música e economia criativa. Realizou para o SESC - PE o curso de "Introdução à Economia Criativa" através do edital "CulturaEmRede SESC-PE".

Marta Velozo participou das lutas pela redemocratização, atuou na Pastoral da Juventude, nos Movimentos Estudantil, por moradia e pela liberdade de expressão. Participa do Programa Quarta as Quatro (UBE-PE), foi homenageada no programa ‘A ficção em Pernambuco’ e no ‘Poetas da Terra’ (SESC).  Ganhou o 2° lugar – Fliporto 2006, na categoria contos. Autora dos livros “Saga: poesias e contos”, “Auto de Carnaval (poema em forma de papiro)”, (Ah!) “Recife” (poemas editados em Braile). Em 2020, lançou o romance “Epístolas à Maria Fulô”no qual reúne mensagens, cartas, telegramas, e-mails e bilhetes narrados pelas personagens que aos poucos desvendam a conexão entre duas mulheres e revelam sutilezas das relações homoafetivas e desafios das lutas, no contexto da sociedade autoritária e excludente.

 

André Balaio, natural de Recife-PE, é escritor, roteirista de quadrinhos e editor do site O Recife Assombrado (orecifeassombrado.com). É autor dos roteiros das histórias em quadrinhos: “A Rasteira da Perna Cabeluda” (Edições Bagaço, 2015), “Malassombro” (Edições do Autor, 2016) e “A Maldição Circular” (Edições do Autor, 2017) e de “Algumas Assombrações do Recife Velho”, adaptação do livro “Assombrações do Recife Velho” de Gilberto Freyre para quadrinhos (Global Editora, 2017). Publicou o livro Quebranto (2018) pela Editora Patuá, com 13 contos. Entre eles está “O lado de lá”, vencedor do prêmio literário internacional Off Flip 2016. O livro foi finalista do Prêmio Nacional SESC 2017 e do Concurso Literário Nacional CEPE 2017, e vencedor do Prêmio Vânia Souto Carvalho da Academia Pernambucana de Letras, como melhor obra de ficção de 2018.

Histórias em Quadrinhos como linguagem

 

Histórias em quadrinhos e educação sempre estiveram muito interligados. Nesse bate-papo descontraído, pesquisadores, pesquisadora e produtores discutem a função dos quadrinhos no contexto educacional.

Eron Villar, mediação. 

Eron Villar é ator, diretor, iluminador, dramaturgo e roteirista de Histórias em Quadrinhos, com 23 anos de carreira artística. Graduado em LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO ARTÍSTICA - ARTES CÊNICAS pela Universidade Federal de Pernambuco (2008), possui MBA em Gestão de Eventos pela UnyLeya DF (2018). É mestrando de Letras pela UFPE.

Conversadores: 

 

Roberto Beltrão é jornalista, pesquisador da cultura popular e escritor. É um dos editores de “O Recife Assombrado” (www.orecifeassombrado.com) – site atividade desde 2000, dedicado à preservação e à divulgação do imaginário pernambucano, e também ao fomento da literatura fantástica em nosso estado. Em 2004, o site O Recife Assombrado recebeu o título concedido pela Fundação Joaquim Nabuco de “Amigo que abraça a causa do Folclore e da Cultura Popular”.

Joane Leôncio é professora de Literatura (FAFIRE) e Metodologia da Pesquisa (UNINASSAU). Pesquisadora do Núcleo de Literatura e Intersemiose - NELI (UFPE). Doutora em teoria da literatura (UFPE) com pesquisa na área de História de Quadrinhos, Romance gráfico e Intersemiose.

 

Fabio Paiva é doutor em Educação, especialista nas relações entre Quadrinhos e Educação. Criador do EduQuadrinhos.  Professor, formador de professores, pesquisador há mais de 10 anos de Quadrinhos na Educação, autor dos livros “Educação e Violência nas HQs de Batman”, publicação de sua dissertação de mestrado, e de “Histórias em Quadrinhos na Educação”, que publicou sua tese de doutorado. É criador do EduQuadrinhos, projeto que busca aproximar as HQs das práticas educativas. Professor da Universidade Federal de Pernambuco, atuando no Centro de Educação em Recife.

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